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[RESENHA] A MEDIADORA: Lembrança, de Meg Cabot

Resenha do último livro da série A Mediadora

Sempre quis reler a série A Mediadora, mas todo o tempo surgiam outras prioridades literárias. Agora, finalmente, o momento chegou e reli todos os seis livros em praticamente dois dias. Tudo para relembrar a história e poder acompanhar a mais nova continuação – o sétimo livro da série, lançado recentemente, após 15 anos do lançamento do primeiro livro.

Para quem não teve a oportunidade de ler ou reler os livros, eles contam a história de uma adolescente, chamada Suzanna Simons, que tem o dom de ver fantasmas e conversar com essas almas perdidas para poder ajudá-los a seguir desta para melhor. Suzanna sempre viveu em Nova York, mas quando sua mãe se casa de novo, com um cara chamado Andy, ela é obrigada a se mudar para uma cidade da Califórnia e a viver com mais três meio-irmãos.

É quando entra em seu novo quarto pela primeira vez que percebe que terá que dividi-lo com um fantasma do século XIXque foi assassinado ali, chamado Jesse. Claro que ela não contava que acabaria se apaixonado por este fantasma. Apesar do sexto livro, o que dá o desfecho original da série, não deixar nenhuma ponta desamarrada, a autora conseguiu dar um jeitinho de voltar a contar a história desses personagens.

No sétimo livro da série, Lembrança, Suzanna está começando no seu primeiro emprego e planejando seu casamento com Jesse, quando um fantasma de uma menininha começa a atormentá-la – ou talvez esteja mais para amedrontá-la – e quando alguém do passado volta e mostra que seu relacionamento perfeito pode não ser tão perfeito assim. Ao que tudo indica, existe a possibilidade de uma maldição acabar transformando Jesse em um demônio, por isso Suze vai se meter em muitas situações perigosas, muita confusão e vai dar e receber muita porradaria fantasmagórica em homenagem aos velhos tempos.

Gostei de poder voltar a ler algo inédito com esses personagens que marcaram tanto a minha adolescência e de conhecer outros tantos (amei as sobrinhas da Suze!). No entanto confesso que algumas cenas achei meio exageradas (um capítulo inteiro só de uma conversa ao telefone), mas sempre escrito com o jeito leve e bem humorado que marca o estilo narrativo da Meg Cabot.

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